banco de jardim
Tábuas verdes apodrecidas,
de madeira já envelhecida
assentes em ferros forjados
com parafusos desmiolados.
sempre lá, imóvel e frio
dia e noite sem mudar
venha chuva, o mar ou o rio,
nada o consegue transformar.
ao sol a esturricar,
na lua a congelar,
constantes pessoas a passar
e, pássaros a defecar.
quantos velhos já sentaste,
quantas mortes choraste,
antes do dia nascer...
tudo pode acontecer.
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